segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

LANCHE ESCOLAR

É aqui que a OBESIDADE INFANTIL pode dar seu pontapé inicial!!!
Já parou para pensar sobre isso??

Alimentação balanceada é fundamental em todas as fases da vida, ainda mais importante durante o período de desenvolvimento escolar. A escola tem um papel importante na formação e informação de hábitos alimentares saudáveis e na formação personalidade infantil. A criança passa um terço da vida ativa na escola e, portanto, é durante este período que devem ocorrer às orientações em direção aos bons hábitos de vida.
Claro que a família também tem um papel fundamental, diria até que muito mais importante que a escola. Mas essa união família – escola precisa estar bem estruturada.

Carências nutricionais específicas, com alterações sensíveis no peso, para baixo ou para cima, podem ser sinais de que existe algo errado com o lanche que as crianças comem (compram ou levam de casa) na escola e a forma como se alimentam em casa.
As refeições e lanches servidos no recreio têm relação direta com a obesidade. É importante que as crianças comam um lanche balanceado.
Salgadinhos, hambúrgueres e refrigerantes são os principais causadores da obesidade infantil que se tornou comum e é uma preocupação constante nos consultórios tanto dos médicos como dos nutricionistas.
A reeducação dos hábitos alimentares deve partir primeiramente da família da criança e, além disso, é necessária a implantação de momentos de educação alimentar nas escolas. Alguma coisa a esse respeito já vem sendo feita, pelo menos, teoricamente.
Precisamos lembrar que as crianças acima do peso vivem em constante sofrimento psicológico, pois também sofrem com a discriminação e, se não tratados corretamente, o lado psicológico influenciará no rendimento escolar e no convívio social.

Para brincar, fazer exercícios e estudar é necessário uma reposição de energia freqüente e, por isso, os alunos não devem permanecer longos períodos em jejum. Um lanche saudável durante o recreio ajuda a criança a aprender melhor, a assimilar as informações e a desenvolver a capacidade de interação pedagógica.
Para a reposição de líquido, sucos, chás, água ou água de coco são boas opções. Já os refrigerantes devem ser evitados.

Fontes de carboidratos (pães, bolachas e bolos...) são nutritivos em relação à energia, mas devem ser consumidos em quantidades controladas.
No caso das proteínas, responsáveis pela manutenção dos tecidos do corpo e pelo bom funcionamento do sistema imunológico, os alimentos lácteos, como os queijos, iogurtes e frios, também são indicados.
As frutas devem estar presentes sempre que possível. Ricas em vitaminas, sais minerais e fibras, elas exercem diferentes funções orgânicas e ajudam no funcionamento intestinal. A banana, maçã, pêra, uva e bergamota são práticas porque podem ter a casca retirada com facilidade.

O ideal é equilibrar toda a alimentação ao longo do dia.
Os lanches consumidos na escola devem ser estrategicamente pensados para não influenciar negativamente nas principais refeições.
Os cardápios coloridos, variados e atraentes estimulam a criança.
O mais importante é cortar os salgadinhos e refrigerantes que, além de não fazer bem à saúde, ocasionam distúrbios metabólicos, como o colesterol alterado no sangue e a glicemia, favorecendo a obesidade.

sábado, 27 de dezembro de 2008

FELIZ 2009!!

...O Ano-Novo é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas culturas que têm calendários anuais celebram o "Ano-Novo". A celebração do evento é também chamada réveillon, termo oriundo do verbo réveiller, que em português significa "despertar".
A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1º de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces - uma voltada para frente e a outra para trás... (Wikipedia)

Desejo a todos um Ano Novo de muitas realizações. Que cada um de nós possa fazer a sua parte tornando esse mundo mais digno de respeito e digno.
Que 2009 seja repleto de amor, realizações, saúde, alegria, paz e prosperidade.
Que neste Ano que se inicia, vocês superem seus limites conquistando vitórias em todos os aspectos de suas vidas, certos de que podemos tudo.
NÓS PODEMOS TUDO!!!
BASTA ACREDITAR!
Acreditar no nosso potencial de fazer acontecer.
Acreditar no nosso Deus interior que nos move na direção certa e nos protege em qualquer circunstância. Basta sabermos ouvi-lo.
Acreditar que tudo melhora, independente da situação que estamos passando, pois, Ano Novo, é renovar a esperança, a fé e a certeza de que toda mudança será sempre para melhor.
FELIZ ANO NOVO!!!

domingo, 21 de dezembro de 2008

FELIZ NATAL!!!

O que é Natal?
É "Papai Noel", figura lendária inspirada em São Nicolau, bispo de Mira , que nasceu na Ásia Menor, cerca de 270 dC que fazia e dava presentes para as crianças pobres de onde morava?
É uma enorme árvore de Natal toda enfeitada com mil presentes embaixo que deixam as crianças encantadas?
Não! O verdadeiro Natal nos apresenta Jesus Cristo como o Salvador do mundo. Como disse o anjo aos pastores naquela noite: "Eis que vos trago boas novas que serão de grande alegria para todo o povo. É que hoje vos nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor Mas, de fato, o que é o Natal?”.
É mais do que óbvio que interesses que nada têm a ver com a festa, entraram e roubaram o centro da história. Interesses estes econômicos que "materializaram" a fé. A fantasia e o mistério criados nesta data acabaram atraindo as crianças somente aos presentes cada vez mais caros e, muitas vezes, inacessíveis aos pais.
Natal é esperança renovada, é certeza compartilhada pela presença de Jesus nos nossos corações, nas nossas vidas.
Natal tem a ver com o dar e receber sim → dar e receber AMOR, paz, respeito, compreensão. Coisas que não se compra em uma loja, nem tem em marcas diferentes.
Natal fala de amor, de esperança e de vida. O Natal aproxima pessoas, não as afasta. O Natal promove e celebra o respeito à vida e não aos bens materiais, pois Natal é vida. É alegria de viver em paz e em harmonia com o próximo e com o mundo. É curtir a festa em família ao redor de uma linda árvore, sim! Mas também abraçar e beijar nossos familiares, renovando os votos de amor e respeito mútuos. Não importa o valor dos presentes, o que importa é a intenção, o que importa é o “gosto de você e te admiro” que está por trás do gesto de presentear alguém. Natal, é zerar conflitos, mal entendido e discussões familiares, pois é na família que encontramos e alicerçamos nossos mais profundos valores. Renovar votos e vivenciar nossa missão terrena baixando a guarda e abrindo os braços para o que realmente somos.
É na família que escolhemos para essa jornada, que aprendemos a amar como Jesus nos ensinou. Sem cobranças, incondicionalmente...
Nossa família reunida é nosso bem mais valioso nesse mundo tão deturpado de valores ínfimos e descartáveis. É onde realmente crescemos como seres humanos e evoluímos como espíritos!
Que nossos filhos possam sempre contar com essa instituição (nada falida) que é a família e tenham sempre em seus corações a certeza de que existe um Deus que nos ilumina sempre, tenha ele o nome que tiver. Que nunca estamos sozinhos, mas precisamos aprender a conviver com as diferenças, dentro de nossas próprias casas às vezes. Que sempre se lembrem que Natal representa o nascimento de Jesus Cristo e que, dentro de seus corações habita um Deus que tudo pode. Basta ter ciência disto e ACREDITAR.
FELIZ NATAL À TODOS!!!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

SÍMBOLOS DE NATAL

Independente do consumismo exagerado, tão predominante nesta época, o Natal mantém seus símbolos sagrados.
Originalmente, as comemorações festivas do Natal data da Idade Média, quando a Igreja Católica introduziu o Natal em substituição a uma festa pagã muito antiga do Império Romano: a festa ao “Deus Mitra”, divindade persa que se aliou ao sol para trazer calor e luz anunciava a volta do Sol em pleno inverno no Hemisfério Norte, tornando-se uma das religiões mais populares do Império.

A data do Natal, conhecida pelos primeiros cristãos, foi fixada pelo Papa Júlio I para o nascimento de Jesus Cristo como uma forma de atrair o interesse da população. Segundo estudos, a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus (o que não influi muito, o importante é celebrar seu nascimento), criada para, em vez de proibir as festividades pagãs, fornecer-lhes um novo significado, e uma linguagem cristã. Num esforço de converter pagãos, os líderes religiosos adotaram a festa que era celebrada pelos romanos, e tentaram fazê-la parecer “cristã”.
Mais tarde foram acrescentados elementos que hoje são indispensáveis na comemoração e na decoração da festa de Natal, dando-lhe uma identidade única.

• Árvore - Representa a vida renovada. O pinheiro foi escolhido por suas folhas sempre verdes, cheias de vida. Essa tradição surgiu na Alemanha, no século 16, com Martin Lutero.


• Presentes - Simbolizam as ofertas dos três reis magos. Hábito anterior ao nascimento de Cristo. Os romanos celebravam a Saturnália em 17 de dezembro com troca de presentes. O Ano Novo romano tinha distribuição de mimos para crianças pobres.


• Velas - Representam a boa vontade. No passado europeu, apareciam nas janelas, indicando que os moradores estavam receptivos. Hoje usamos lâmpadas...


• Estrela - No topo do pinheiro representa a esperança dos reis-magos em encontrar o filho de Deus. A estrela guia os orientou até o estábulo onde nasceu Jesus.


• Cartões - Surgiram na Inglaterra em 1843, criados por John C. Horsley que o deu a Henry Cole, amigo que sugeriu fazer cartas rápidas para felicitar conjuntamente os familiares.


• Comidas Típicas - O simbolismo que o alimento tem na mesa vem das sociedades antigas que passavam fome e encontravam na carne, o mais importante prato, uma forma de reverenciar a Deus.


• Presépio - Reproduz o nascimento de Jesus. O primeiro a armar um presépio foi São Francisco do Assis, em 1223.


Sendo assim, Natal não é Natal quando nos falta um desses símbolos, mas, cabe aos cristãos relembrar, continuamente, que essa festa e os ingredientes que a identificam, nasceram da fé, se concretizam no amor incondicional que Jesus ensinou, traduzidos em intimidade familiar, paz, luz e harmonia entre todos os povos.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

ATIVIDADE FÍSICA DESDE A INFÂNCIA FAZ BEM!!

A atividade física na infância tem sofrido algumas restrições devido ao aumento da criminalidade, aumento de veículos nas ruas enfim, tudo o que acompanha nosso “progresso” urbano.
A verdade é que as nossas crianças estão gastando menos calorias que antigamente, quando brincávamos na rua jogando futebol, correndo, pulando corda, Elástico (lembram?), amarelinha... Hoje, nossas crianças ficam “presas” em casa jogando na frente do computador, vídeo game, etc. Isso quando não assumem o ritmo alucinante de seus pais que “não têm tempo” nem para conversar em família, fazer uma visita, brincar com seus filhos e conhecê-los melhor. Ops! Este é um tópico para outro artigo...
Voltando à atividade física, na infância e depois dela também.
É sabido que atividade física é benéfica para o nosso organismo, pois ajuda a diminuir o LDL (colesterol ruim – que nem é tão vilão assim...), melhora a tolerância à glicose (prevenindo diabetes), melhora hipertensão arterial, melhora nossa mente, nosso coração agradece quando feita de forma orientada – sem excessos...
As considerações abaixo foram retiradas de uma reportagem da Revista Brasileira de Saúde Materno - Infantil, por João Guilherme Bezerra Alves.
“... Três grandes vantagens da atividade física em crianças têm suporte em estudos científicos”:
1) as crianças são mais saudáveis: têm menos excesso de peso, apresentam uma melhor performance cardiovascular, menos recorrência de Insuficiência Vascular e um número menor de crises de asma, além de apresentarem uma maior densidade óssea;
2) esses efeitos são transferidos à vida adulta. As doenças crônicas da vida adulta têm as suas raízes na infância. O processo de aterogênese (formação de placas de ateromas que se prendem no interior das artérias impedindo o fluxo normal de sangue) principia no início da vida;
3) a manutenção do hábito do exercício na vida adulta. Vários estudos indicam que crianças e adolescentes que se mantém fisicamente ativo apresentam uma probabilidade menor de se tornarem adultos sedentários.
Os benefícios não precisam vir necessariamente de exercícios físicos rigorosos, bastando serem moderados, contanto que praticados de maneira regular. Segundo o American College of Sports Medicine (ACMS) e o Center for Disease Control (CDC), todas os indivíduos, a partir da idade dos dois anos, devem desenvolver 30 minutos de atividade física de moderada a intensa atividade, durante a maioria (cinco dias) ou, preferencialmente, todos os dias da semana. Os indivíduos que não se enquadram dentro desse conceito são considerados sedentários.
O melhor exercício é aquele que se pode fazer regularmente. A atividade física para crianças não pode ser punitiva e nem necessariamente competitiva, mas sempre prazerosa. O hábito da atividade física deve perdurar por toda a vida, pois estudos também apontam inúmeras vantagens para o idoso, principalmente na manutenção de sua aptidão física. Dessa forma, o exercício físico regular pode prolongar a vida, torná-la mais saudável e alegre.
Os benefícios da atividade física regular e contínua são bem estabelecidos e irrefutáveis. Infelizmente, no nível de atenção primária à saúde, os profissionais de saúde ainda não têm dispensado a atenção necessária ao tema. A sua promoção deve fazer parte dos cuidados de rotina para o bem estar da criança e do adulto. Ser fisicamente ativo desde a infância apresenta muitos benefícios, não só na área física, mas também nas esferas social e emocional, e pode levar a um melhor controle das doenças crônicas da vida adulta...”
Sendo assim, fica aqui um desafio. Não adianta nos preocuparmos somente com um lado da moeda. O ser humano precisa ser visto, avaliado, compreendido de forma integral. Só se preocupar com alimentação, ou só atividade física, ou só estudo (mental)... Não!
Tudo deve ser avaliado da melhor forma e, de preferência, por bons profissionais sempre voltados ao bem estar geral do indivíduo.